que não chega a tocar o físico.
Assim, eu e tu, de novo,
ntnnm, como aquele segredo que partilhamos na escuridão da casa vazia.
Não sei se é bom ou mau estar a escrever-te, assim, e a dizer-te o quão acostumada estou à solidão que já mal me apercebo dela. Mas é um passo, não é? Voltar a escrever-te.
Há tanto que não chorava por mim.
E se de todas as vezes que eu precisar de consolo não estiver lá ninguém,
também não faz mal, porque sou capaz de o fazer sozinha. Mas sabe bem saber que se preocupam connosco.
Preciso de escapar a esta solidão.
Quanto mais depressa, melhor. Mas combato-me, porque não quero e quero ao mesmo tempo e raios te partam, Catarina.
Hallelujah.
Uma e outra vez.
Quero afastar de vez a tristeza. Não me pergunto se passa, porque passa. Só gostava que fosse depressa. Porque não tens culpa, mas eu também não a quero ter, ainda que a sinta.